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Biblioteconomia e CI
El Ateneo Grand Splendid - eu fui
Bibliotecários sem Fronteiras - Tue, 19/08/2008 - 12:42
É considerada uma das mais bonitas livrarias do mundo. Outras fotos comprovam.
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Redes sociais para bibliotecários
Web Librarian - Mon, 18/08/2008 - 10:20
Em março desse ano, publiquei um artigo sobre redes sociais e destaquei a variedade dos temas tratados nessas comunidades virtuais. Contudo, não encontrei nenhuma voltada aos bibliotecários além do que existe no Orkut e outras grandes redes sociais.
Por curiosidade, comecei a pesquisar um pouco mais a fundo e acabei encontrando alguma coisa (digo, pouquíssima coisa) que pode interessar aos estudantes e profissionais da área. Veja os sites:
- Teacher Librarian Network
Essa é 100% rede social dedicada aos bibliotecários, educadores e “bibliotecários-educadores”, embora não saiba como interpretar com muita certeza o perfil e formação desse último grupo. De qualquer maneira, os participantes dessa comunidade podem participar de fóruns, criar blogs e álbum de fotos pessoais e criar grupos sobre temas específicos.
- Social Networking Librarian
Não é exatamente uma rede social. É um blog mantido Annalaura Brown direcionado ao tema redes sociais dentro do contexto das bibliotecas. Inclusive, vale a pena ler um dos últimos posts dela com 20 dicas de como usar as redes sociais para promover os serviços de uma biblioteca.
- School-Libraries
Também não pode ser considerada uma rede social, mas é uma comunidade de bibliotecas escolares dos EUA e outros países do mundo. Boa idéia, contudo os sites me pareceram muito desatualizados.
- LIS Wiki
Wiki sobre biblioteconomia e ciência da informação. Atualmente, são 1.375 artigos publicados desde 2005.
- Ning
O Ning é um serviço onde é possível criar sua própria rede social. Há diversas comunidades virtuais em português e inglês voltadas para os bibliotecários.
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Bibliogames: Lightning Librarian!
Web Librarian - Fri, 15/08/2008 - 20:23
Ajude Lydia a encontrar os livros antes que as crianças fiquem furiosas com a espera. Um joguinho com tema bibliotecário, inclusive na roupa e no coque da heroína.


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Alguns conceitos sobre TI em bibliotecas
Roosewelt Lins - Fri, 15/08/2008 - 17:13
Observando a área sobre a avaliação de softwares, fico pensando como é problemático introduzir alguma aplicação no contexto das bibliotecas. Quando uma equipe de bibliotecários necessita implantar um sistema de gerenciamento de bibliotecas, uma biblioteca digital, um blog, um sistema pra esquema de conceitos, um sistema de GED, uma ferramenta para groupware, ou qualquer outra aplicação, geralmente enfrenta inúmeras dificuldades. Estas dificuldades começam pelo ponto de vista teórico, pois temos poucas discussões conceituais referentes a este domínio do conhecimento.
Venho defendendo 3 abordagens para a área de TI aplicada à biblioteconomia, que em breve publicarei um texto a respeito. Eis as abordagens:
- Automação de Bibliotecas: Introdução de sistemas integrados para automação das rotinas de catalogação e circulação, além da criação, gerenciamento e acesso a documentos em formatos digitais em bibliotecas/repositórios digitais;
- Informática Documentária: Conjunto de aplicações da informática à documentação, técnicas referentes às intervenções da informática nas diversas fases de produção e utilização de documentos. Envolve gerenciamento eletrônico de documentos, sistemas de organização do conhecimento, gerenciamento de bibliografias, etc.
- Gerenciamento de Conteúdo: Aplicações baseadas na Web relevantes para gestão colaborativa de conteúdos como artigos, notícias, recursos multimídias, etc. Uso de ferramentas como Blogs, Wikis, CMS e Groupware.
Esta proposta é apenas uma pequena classificação, funciona como modelo para podermos compreender quais são os requisitos, padrões e tecnologias para serem considerados no processo de inserção de TI na Biblioteconomia. Estas abordagens vem sendo aplicadas no estabelecimento de um conteúdo programático para o ensino na graduação e em treinamentos.
Aqui, no projeto, estamos escrevendo um texto sobre o trabalho que vimos desenvolvendo, referente a critérios para avaliação de recursos multimídias, tomando como base requisitos técnico e pedagógicos. Após ler alguns artigos verifiquei que existem muitos estudos sobre o tema, mas não algo exato sobre avaliação de mídias para catalogação em um repositório educacional. Pude perceber que a Educação, possui taxonomias para softwares educacionais, diversas definições sobre os tipos de aplicativos para fins educacionais, em suma, é uma temática bastante discutida. Se formos transpor essa idéia para a Biblioteconomia e formos efetuar uma pequena busca, logo percebemos que não encontraremos facilmente algo sobre a temática, exceto alguns artigos clássicos de relatos de experiências em atividades de avaliação e seleção de sotwares para automação. Muitos estudos vem sendo feito sobre avaliação de softwares para automação, como sistemas de gerenciamento de bibliotecas, mas poucos enfatizam a diversidade dos softwares que podem ser úteis no dia-a-dia bibliotecário. Isto vai desde uma simples conta de um bookmarks para referências, a um complexo sistema de gestão de imagens digitalizadas, passando por um servidor Web que irá hospedar a biblioteca digital ou o periódico eletrônico da instituição.
Além da necessidade de concepções teóricas e técnicas para avaliação de softwares na biblioteconomia, visualizo algumas temáticas de grande evidência e que muitas vezes são negligenciadas e são campos emergentes e de caráter multidisciplinar. Tais lacunas são:
- Padrão de Projetos (Design Pattern) em softwares para bibliotecas (Engenharia de Software, Informática Documentária, Automação e Administração de Bibliotecas);
- Modelos de interface centrada no usuário (IHC, arquitetura da informação e Estudo de Usuários);
- Propostas de benchmarking para softwares para bibliotecas (Administração de TI, Automação de Bibliotecas, Métodos Quantitativos em Biblioteconomia);
- Técnicas de conversão de registros bibliográficos para padrões atuais e abertos(Representação Descritiva, Recuperação da Informação e Ciência da Computação);
- Segurança da Informação em Bibliotecas (Computação, Automação e Controle, Administração de Bibliotecas);
- Representação de Conteúdos Multimídias (Artes, Inteligência Artificial, Representação Descritiva e Temática);
Ao invés da Biblioteconomia e Ciência da Informação tupiniquim ficar apenas se preocupando tecnologias da moda como ontologias e metadados, que muitas vezes se resumem a exercícios com o Protégé e citações de Berners-Lee, não que não existam estudos interessantes, admiro muitas produções de programas de pós em CI, mas creio que deveriam existir mais abordagens, pressupostos, metodologias, estudos de caso, modelos de referência, tutorais, modelos de requisitos e outros artefatos para poder se aproximar a TI da Biblioteconomia com um enfoque mais científico, não apenas pragmático, com sentido resumido de operacionalização, pois utilizar ferramentas é muito mais que modernização de bibliotecas em tarefas rotineiras de processamento técnico mediado por computador, atinge a esfera sócio-cultural, já que, exige um custo material, um esforço mental, um tempo, muitas implicações jurídicas, dentre outras variáveis.
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Estereótipo dos bibliotecários
Bibliotecários sem Fronteiras - Fri, 15/08/2008 - 01:29
Alguém saiu pelas conferências Estados Unidos afora com uma câmera tomando fotos dos bibliotecários presentes (todos muito brancos, de óculos e os homens barbados).
Na foto, Meredith Farkas, de quem eu sou fã e já me contou gostar de música brasileira.
Eu que já escrevi sobre o tema, acho a idéia bem interessante. Quando eu tiver uma boa câmera posso tentar fazer o mesmo. Aliás, o meu projeto de bibliotecários brasileiros tatuados está incubado. Quando eu tiver mais tempo, preparo o lançamento.
Estereótipo dos Bibliotecários View SlideShare presentation or Upload your own. (tags: biblioteconomia bibliotecários)Ver categorias: Biblioteconomia e CI
Redes sociais e seus impactos nos negócios
Web Librarian - Thu, 14/08/2008 - 11:09
Essa apresentação trata sobre as estruturas das redes sociais e faz uma análise de como elas podem influenciar na política de negócios das empresas. É um bom material introdutório para quem busca mais informações sobre o uso de redes sociais como canal de relacionamento com os clientes e como ferramenta de marketing.
(OBS.: sugiro que veja em tela cheia, pois a cor e o tamanho das fontes não são favoráveis)
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Volta de férias!! e III videoconferência
BitBiblio - Tue, 12/08/2008 - 21:49
Sim a partir de hoje retornamos às atividades e para começar quero anunciar a continuação do nosso projeto de videoconferência.
Após o sucesso da II videoconferência em abril de 2008 com a Sra Adelaide Côrte dessa vez faremos uma videoconferência com a bibliotecária americana Sra. Wendy Zaman.
O evento acontece na próxima semana, dia 19 de agosto de 2008 às 9h e será transmitido para Juazeiro do Norte no auditório do Senai em Juazeiro.
Tema:"O papel das bibliotecas no século XXI"
Palestrante: Wendy Zaman
Formação: Bacharel em Artes com grau em literatura pela American University em Washington DC e Mestrado em Biblioteconomia e Ciência da Informação pela Universidade de Long Island em Nova Iorque.
Profissional com mais de 20 anos de experiência em bibliotecas com passagem pela Asia e Africa. Atuou nos anos de 2003 e 2004 na Índia, Bangladesh, Nepal e Sri Lanka nos Centros de Informação Americanos e também em bibliotecas universitárias. Consultora atualmente é diretora do centro de informação e pesquisa da embaixada dos EUA em Brasília.
Convidamos a todos os bibliotecários da região e estudantes a participarem da palestra.
David
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Audio books em português - 2008
Bibliotecários sem Fronteiras - Tue, 12/08/2008 - 20:52
Dois anos atrás eu escrevi um post solicitando sugestões de sites que ofereciam livros audíveis em língua portuguesa. Naquela época a possibilidade de explorar a expansão dos aparelhos mp3 ainda engatinhava, e hoje no Brasil o panorama não mudou muito. Não se trata da perda de uma oportunidade comercial, porque até que se prove o contrário, vou continuar acreditando que as pessoas (consumidores, usuários) não tem interesse em utilizar esse tipo de formato (livros narrados, em mp3), mesmo supondo que atualmente, todas as pessoas que eu conheço, sabem o que é um arquivo mp3 ou possuem um aparelho tocador de mp3. É um nicho que não desperta nenhum interesse por parte das grandes editoras e nem apelo pelos supostos leitores (no Brasil livros em geral não o fazem…)
Logicamente, se pensarmos em termos de disseminação da informação, de livros em domínio público, de livros audíveis grátis, a coisa parece ser mais interessante, mas ainda assim, nada a comemorar.
De qualquer forma, eu sempre conversei com o Gustavo Henn por exemplo, que é dono da editora Baluarte, sobre as possibilidades de oferecer aos consumidores e usuários o conteúdo original dos livros em diversos formatos, e consequentemente em diversos preços.
Uma coisa a ser defendida é que se as possibilidades existem, e se elas são relativamente de baixo custo, então os serviços podem ser explorados da melhor forma.
Imaginem um grupo de alunos que com um ferramental simples (um software de captura de áudio e um microfone) podem gravar o conteúdo das aulas, com o consentimento do professor ou algo do tipo, e depois editar esse arquivo em áudio de forma que sirva como elemento de fixação da matéria ou um auxílio para provas e testes. Cada arquivo poderia ser espalhado entre os colegas, e todos poderiam ouvir em seus aparelhos de mp3, enquanto estão presos no trânsito, no translado da casa para a universidade ou estágio.
Apenas a ilustração de uma possibilidade.
Cerca de dois anos atrás também pensei na ExtraLibris em criar um blog com capítulos de livros de domínio público, uma espécie de podcast. Eu gravava tudo no audacity e publicava os arquivos no Archive.org. Eu achava que isso seria um grande trunfo para os deficientes visuais, e algo que as bibliotecas e bibliotecários deveriam apostar. Parei de fazer porque me envolvi com outras coisas (além de alguns empecilhos jurídicos).
Mas bom, eu fazia numa boa, em casa, artesanalmente. Simples.
De qualquer forma, o post original de 2006 merece esta atualização porque até hoje as pessoas respondem, sugerindo links. E eu, que estava desatento ao nicho, acabei conhecendo novos serviços e editoras que estão produzindo livros audíveis. Acessem o post original e leiam os comentários. Dentre eles, os textos em áudio da biblioteca virtual do estudante da língua portuguesa (em arquivo .ra, melhor seria em mp3, mas já um avanço), com excelente coleção. E o plugme, extensão áudio da editora Ediouro.
A minha menção honrosa continua sendo para o projeto Librivox
E quem quiser reivindicar o algodão-doce, me envia o endereço residencial que eu mando pelo correio
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Usabilidade na prática: onde estão as agências?!
Web Librarian - Mon, 11/08/2008 - 12:23
Outro dia, precisei entrar no site dos Correios para procurar um endereço de uma agência que ficasse no caminho do meu trabalho. Infelizmente, não foi uma tarefa rápida.
Embora seja uma informação importante (afinal, se não sei onde fica uma agência, não posso usar o serviço), o desenvolvedor do site dos Correios deve ter esquecido de destacá-lo. Na home page, é possível buscar um CEP, rastrear uma encomenda, saber o preço de tarifas, acessar o webmail dos Correios, fazer compras no shopping dos Correios e até enviar um telegrama. No menu lateral, não há nenhuma referência aos endereços.
A minha busca continuou pela item “Institucional”, “Produtos e Serviços” e “Selos e Conveniência”. Nem mesmo o “Mapa do Site” me ajudou.
Quase frustrado e já com o telefone dos Correios na mão, utilizei o menu drop down “O que Você Está Procurando?” - destacado em vermelho na imagem abaixo. Apesar de estar no topo das páginas, ela foi a minha última tentativa, provavelmente porque não me chamou a atenção logo de início.
E lá estava o que eu precisava: as Agências!

Eu gostaria muito de entender porque o link para as agências não estão disponíveis logo de cara. Pode ser que, de acordo com o estudo de usabilidade do site, caso tenha sido feito, essa informação não é muito requisitada pelos usuários.
No entanto, por que deixar dois links para rastreamento de encomendas, busca de CEP e envio de telegrama na home page? Seria mais útil utilizar o espaço disponível para disponibilizar links para outras informações e evitar essas repetições desnecessárias.
Aliás, vou deixar aqui o link para os endereços dos Correios caso tenha chegado aqui não pelo interesse em usabilidade, mas pelo insucesso de encontrar a página diretamente no site deles. ![]()
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Estante de Led Gigante
Bibliotecários sem Fronteiras - Sun, 10/08/2008 - 08:51
Mais uma estante interessante:

Relógio de led

Relógio de led - Aproximação
Via: Gizmodo
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Usos do microblogging
Web Librarian - Fri, 08/08/2008 - 14:42

Usar os serviços de microblogging (artigos curtos, de até 140 caracteres), como o Twitter, Jaiku ou Plurk, pode ser algo bastante útil. Pela facilidade de enviar artigos pelo computador ou qualquer dispositivo móvel que tenha acesso à internet, os microblogs são uma forte tendência da web 2.0 que não pode ser deixada de lado.
Veja alguns usos desse tipo de serviço:
- divulgação de links na internet: compartilhamento de informações profissionais ou pessoais que sejam de interesse dos seus contatos;
- bloco de notas: use a sua página como um “reminder” para não esquecer de coisas que julgue importantes;
- marcação de reuniões: combine com seus contatos profissionais ou seus amigos um almoço ou uma happy hour através de microposts que podem ser lidos e respondidos rapidamente;
- criação e manutenção do networking: além do telefone comercial, celular, e-mail e MSN, utilize o microblog como mais uma forma de contato;
- divulgação de oportunidades de trabalho: vejo muita gente indicando pessoas através do Twitter (olha o networking funcionando) e também divulgando vagas de emprego;
- divulgação de eventos e outras coisas: cursos, palestras, shows, promoções no supermercado… às vezes um post do microblog é lido mais rapidamente que um e-mail;
- micro-narrativas pessoais: há quem goste de saber se o seu cachorro fez uma firula diferente ou se você comeu macarrão com almôndegas no almoço… conte para todos o que está fazendo;
- publicação literária: dá para ser escritor com esse tipo de ferramenta (vale a pena conhecer o Portal de Microcontos para saber do que se trata);
- marketing pessoal: ter um (micro)blog para divulgar trabalhos e idéias é sempre bom para que as pessoas saibam um pouco das suas realizações (lembre-se que empresas podem estar de olho em você);
- diário de viagem: o relato de momentos de uma viagem pode ser feita sem dificuldades através de um simples aparelho celular (embora em alguns pontos remotos, a falta de sinal pode ser um problema insuperável);
- serviço de alerta: alerta de novos livros nas bibliotecas, alerta de lançamentos na videolocadora, alerta de abertura de novas turmas em cursos ou academias,… dá para manter a clientela sempre informada sobre as novidades do seu serviço com muita agilidade;
- solicitação de ajuda: na hora da dúvida, é possível recorrer aos seus contatos para pedir uma informação específica ou uma dica rápida.
Como uma amiga sempre fala, exercite o seu poder de síntese! ![]()
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Mais bibliotecas públicas… e onde fica a qualidade?
Web Librarian - Thu, 07/08/2008 - 12:08
Uma notícia no site do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB) me chamou a atenção:
Segundo o Conselho Regional de Biblioteconomia (SP), no Brasil existe uma biblioteca para cada 35 mil habitantes, enquanto na França a proporção é de uma biblioteca pública para cada grupo de 2,5 mil pessoas. Atualmente, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem cerca de 4,8 mil bibliotecas públicas no Brasil, o que significa que mais de mil municípios brasileiros não contam com o serviço.
Além disso, há um projeto de criação de várias bibliotecas pelo país, principalmente nas cidades não atendidas por esse serviço.
Tudo parece bom, mas será que apenas isso que resolveria os problemas de educação e acesso à informação? Notícias dessa natureza me fazem pensar no velho método brasileiro de resolver os problemas.
Enfim, não adianta apenas instalar uma biblioteca e daqui a alguns anos falar que a relação habitantes X bibliotecas está mais próxima que o da França.
Não vai resolver muita coisa se continuarmos a pensar em números: número de bibliotecas, número de títulos disponíveis, etc. Por que ninguém fala em qualidade de atendimento, qualidade dos profissionais e qualidade dos serviços prestados?
É algo para se pensar…
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Falando mais sobre o webquest...
Diário de uma biblioteca escolar - Tue, 05/08/2008 - 22:48

http://www.vanessarodrigues.net/webquest/index.html
O link é de um trabalho bem legal sobre webquest. Acho que tá na hora dos professores começarem a utilizar o webquest como ferramenta de ensino...já passou desta hora...
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ISKO UK
Bibliotecários sem Fronteiras - Mon, 04/08/2008 - 21:56
Estão disponíveis os MP3 e os PDF da apresentações da ISKO que teve como assunto “Compartilhamento de vocabulários via WEB”. Um prato cheio para quem gosta de tesauros. Só pessoas que são referência na área.
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Link para aprender ingles e outras linguas de graça...aproveitem enquanto é de graça
Diário de uma biblioteca escolar - Mon, 04/08/2008 - 19:36
Achei duas fontes de informação muito boas. A primeira é o site :
http://www.livemocha.com/
Lá você pode aprender várias linguas e também conversar via chat com pessoas que estao aprendendo a sua lingua. Entrem e dêem uma boa revirada que vocês vão achar incrível o potencial deste site.
Tem um outro parecido, ai vai do gosto, mas se propõe a mesma tarefa
http://www.mangolanguages.com
Eu gostei mais do primeiro, estou matriculado em 4 cursos e faço nos horários que posso. Se entrarem para aprender inglês, contem com minha ajuda. Dá para fazer amigos e pedir que corrijam seus exercicios escritos para você.
Vamos lá, vamos fazer a internet trabalhar para nós e não o contrário.
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Eventos para professores e universitários na Bienal do Livro 2008
Web Librarian - Mon, 04/08/2008 - 15:13
Além do lançamento das novidades do mercado literário pelas editoras e atividades culturais, a Bienal do Livro de São Paulo 2008 terá dois eventos paralelos voltados para os professores e universitários:
- Fala, Professor!
Ciclo de palestras dedicado à educação continuada, nome dado ao processo de constante atualização dos professores de ensino fundamental e médio. As palestras são ministradas por profissionais altamente qualificados e pautadas no tripé-base do ensino: metodologia, conteúdo e bibliografia. As palestras tratam também da interação social entre os alunos, da otimização do ensino nas mais diversas disciplinas, das técnicas pedagógicas e de materiais de apoio em sala de aula. [Inscrições até 11/08]
- Espaço Universitário
Ciclo de palestras ministradas por um seleto grupo de especialistas de renome em diversas áreas. É uma chance de ouro para quem está prestes a ingressar no mercado de trabalho discutir temas pertinentes à sua futura profissão. São cerca de 30 palestras abordando disciplinas como Letras, Marketing, Turismo, Economia, Administração, História, Gastronomia, Comunicação Social, Direito, Estética e Saúde. [Inscrições até 11/08]
A Bienal será de 14 a 24 de agosto de 2008, no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Os eventos “Fala, Professor!” e “Espaço Universitário” ocorrem até o dia 23.
Programe-se e bom evento!
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Um pouco sobre card sorting
Web Librarian - Sun, 03/08/2008 - 19:12
Card sorting é um método utilizado para compreender como os usuários fazem para encontrar uma determinada informação num site. A partir da análise dos resultados, é possível reavaliar a estrutura do site e redefinir a organização dos conteúdos para otimizar a sua usabilidade.
É utilizado com muita freqüência nos trabalhos de arquitetura de informação e estudos de usabilidade, pois trata-se de um método simples, barato (dá para fazer com cartões de papel sulfite ou cartolina) e eficaz para verificar a consistência da organização dos conteúdos em categorias e da taxonomia empregada.
Abaixo, segue alguns links com explicações mais profundas sobre o card sorting:
- Card sorting: a definitive guide
http://www.boxesandarrows.com/view/card_sorting_a_definitive_guide - Information & Design: what is card sorting?
http://www.infodesign.com.au/usabilityresources/design/cardsorting.asp - Card sorting é melhor que buraco
http://usabilidoido.com.br/cardsorting_e_melhor_que_buraco.html
Há, também, uma ferramenta chamada Optimal Sort que permite o card sorting online. Mais detalhes, no site www.optimalsort.com.
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Estereótipo (V)
Web Librarian - Thu, 31/07/2008 - 00:58

Imagine um pano de prato ou um avental bordado com essas imagens. O presente ideal (ou não) para a sua querida tia bibliotecária.
(via Flickr)
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Arquitetura de informação… por que não?
Web Librarian - Thu, 31/07/2008 - 00:45
Quando entrei para o curso de biblioteconomia, o meu objetivo principal era obter conhecimento para atuar na área de arquitetura de informação. Antes de ratificar a minha decisão sobre a carreira, li diversos comentários e descrições sobre os conteúdos programáticos dos cursos de graduação e sobre as possibilidades de trabalho na área. Fiquei bastante animado com a idéia. No final, não me arrependo de ter feito biblioteconomia e até me identifiquei com outras vertentes da carreira - sobretudo bibliotecas digitais e gestão do conhecimento.
Mas fico triste em perceber que muita gente da biblioteconomia (estudantes, professores e profissionais) torcem o nariz quando se fala em arquitetura de informação como “função natural de todo o profissional da área”.
Vamos lá, o que um bibliotecário faz? Resumidamente, para criar uma biblioteca do zero, é necessário identificar o objetivo do acervo, aquisição de materiais, organização lógica (catalogação e indexação), organização física (disposição dos materiais nas estantes) e adoção de procedimentos para recuperação.
E o que um arquiteto de informação faz? Em poucas palavras, identifica-se o objetivo do site (ou qualquer outro tipo de sistema informatizado), levantamento dos conteúdos, organização e implementação de meios para recuperar a informação.
As duas coisas são bem parecidas. Talvez, em se tratando de formação, o arquiteto de informação precisa de mais bagagem em comunicação, marketing e semiótica.
Ao longo desses quase 8 anos na carreira, posso contar nos dedos das mãos o número de pessoas que tinham real interesse em arquitetura de informação dentro da biblioteconomia.
Creio que há dois motivos principais para que isso ocorra:
- desinteresse ou desinformação sobre as possibilidades da carreira: os calouros optam por biblioteconomia para trabalhar em bibliotecas ditas “tradicionais” e, muitas vezes, nem isso;
- currículos engessados: nunca vi uma disciplina sobre arquitetura de informação e acredito que ainda não exista nada parecido em qualquer curso de graduação em biblioteconomia ou ciência da informação.
Antes que me joguem pedras, não estou pregando a morte das atividades biblioteconômicas tradicionais. Cada pessoa sabe do que gosta e a nossa área é muito boa por causa desses caminhos que ela proporciona. Você pode trabalhar numa biblioteca infantil, num acervo especializado, numa biblioteca universitária, trabalhar com levantamento de informações em centros de pesquisa, em bibliotecas digitais, etc.
No entanto, a universidade precisa mostrar aos seus alunos que a biblioteconomia pode ser mais do que acervos de livros. Arquitetura de informação e gestão do conhecimento são apenas duas opções que deveriam ser tratadas com um maior interesse pelas instituições de ensino e, também, pelas associações profissionais.
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Workshop Web 2.0 para bibliotecários
Web Librarian - Wed, 30/07/2008 - 10:42
Com o objetivo de divulgar e propiciar a reflexão sobre as ferramentas existentes na Web 2.0, a Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições - FEBAB em parceria com a Comissão Brasileira de Bibliotecas Universitárias - CBBU, promoverão o “Workshop Web 2.0: Interagindo com os seus Usuários no Mundo Digital”.
Será no Instituto Cervantes, em São Paulo, no próximo dia 12 de agosto de 2008. O investimento é de R$ 35 e são apenas 60 vagas. Mais informações, na página do evento.
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